domingo, 1 de março de 2015
Detido no Brasil por 59 acusações de abuso sexual
terça-feira, 19 de maio de 2009
Organização Mundial da Saúde confirma mil casos da nova gripe em 24 horas
Número de mortes sobe para 79, segundo a agência da ONU.
OMS diz que vírus deve se alastrar, mas mantém alerta pandêmico.
O número de casos registrados da nova gripe pelo mundo subiu de 8.829 a 9.830 em 24 horas, com 79 mortes, segundo o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) desta terça-feira (19).
A doença atinge 40 países, segundo a OMS.
A maioria dos novos casos foram registrados no México e nos EUA, onde surgiu a epidemia. O México tem 3.648 casos confirmados em laboratório, com 72 mortes. Os EUA têm 5.123 casos , com 4 mortes. No Canadá, há 496 casos e uma morte. A Costa Rica tem 9 casos e uma morte.
Também há casos confirmados, sem mortes, nos seguintes países: Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Bélgica (5), Brasil (8), Chile (4), China (7), Colômbia (11), Cuba (3), Dinamarca (1), Equador (1), El Salvador (6), Finlândia (2), França (14), Alemanha (14), Guatemala (3), Índia (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (159), Malásia (2), Holanda (3), Nova Zelândia (9), Noruega (2), Panamá (59), Peru (2), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (103), Suécia (3), Suíça (1), Tailândia (2), Turquia (1) e Reino Unido (102).
Os números da OMS podem divergir dos dados divulgados pelos governo nacionais, dependendo da demora em transmitir as informações para a agência.
Guerrilha diz que líder tâmil está 'vivo e em segurança'
Porta-voz da organização negou em site morte de líder.
Autoridades militares assegura que todos líderes tâmeis estão mortos.
A guerrilha dos Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) assegurou nesta terça-feira (19) que seu líder supremo, Vellupillai Prabhakaran, se encontra "vivo e em segurança", apesar de o Exército do Sri Lanka dizer que ele foi morto.
"O governo do Sri Lanka faz reivindicações não verificadas. Só posso dizer que nosso líder nacional está vivo e passa bem", disse em entrevista ao portal "Tamilnet" o chefe de relações internacionais da organização, S.Pathmanathan.
"(Prabhakaran) Continuará liderando a busca da dignidade e a liberdade para o povo tâmil", acrescentou Pathmanathan, que vive fora do Sri Lanka.
Várias fontes oficiais e militares do Sri Lanka asseguraram nesta segunda-feira que "todos" os líderes dos LTTE tinham morrido nos últimos combates contra o Exército.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Nova gripe tem 8.829 casos em 40 países, diz Organização Mundial da Saúde
México registrou mais duas mortes, e total de mortos atinge 74.
Número de casos cresce no Japão, principalmente de contágios internos.
O número de casos registrados da nova gripe pelo mundo atingiu 8.829 nesta segunda-feira (18), com 74 mortes, segundo o relatório diário da Organização Mundial da Saúde (OMS).
No domingo (17), havia 8.480 casos em 39 países. A OMS acrescentou o Chile à lista.
O México, país em que surgiu a epidemia, tem 3.103 casos confirmados em laboratório, com 68 mortes. Os EUA têm 4.714 casos, com 4 mortes. No Canadá, há 496 casos e uma morte. A Costa Rica tem 9 casos e uma morte.
Também há casos confirmados, sem mortes, nos seguintes países: Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Bélgica (5), Brasil (8) , Chile (1), China (6), Colômbia (11), Cuba (3), Dinamarca (1), Equador (1), El Salvador (4), Finlândia (2), França (14), Alemanha (14), Guatemala (3), Índia (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (125), Malásia (2), Holanda (3), Nova Zelândia (9), Noruega (2), Panamá (54), Peru (1), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (103), Suécia (3), Suíça (1), Tailândia (2), Turquia (1) e Reino Unido (101).
Os números da OMS podem divergir dos dados divulgados pelos governo nacionais, dependendo da demora em transmitir as informações para a agência.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Ato contra Lugo reúne 3.000 no Paraguai
Ativistas pediram ao presidente que cumpra promessas eleitorais.
Escândalo de paternidada abalou popularidade do ex-bispo.
Cerca de 3.000 paraguaios de várias organizações sociais marcharam nesta terça-feira (12) no centro de Assunção para exigir que o presidente socialista Fernando Lugo cumpra suas promessas eleitorais.
A polícia estimou que cerca de 3 mil pessoas participaram da manifestação que reuniu grupos de sem-teto, professores, aposentados, entre outras categorias, reivindicando mudanças nas políticas sociais conduzidas pelo ex-bispo católico.
Manifestante gesticula durante ato contra o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, nesta terça-feira (12) em Assunção. (Foto: Reuters)
"Nós nos manifestamos porque não há resposta a nossas reivindicações, como é o costume deste governo. A marcha é inevitável porque é a única ferramenta que temos", disse o líder sem-teto Blas Vera.
A mobilização transcorreu sem grandes incidentes, em meio a uma grande operação policial envolvendo mais de 2 mil homens. Muitos estabelecimentos do centro comercial de Assunção fecharam as portas temendo desordens.
Entre o soar de tambores e apitos e portando bandeiras paraguaias, os manifestantes pediam a renúncia do titular da Secretaria de Ação Social, o ex-padre Pablino Cáceres, muito próximo do mandatário.
O protesto ocorreu dias depois da explosão de uma bomba na sede do Poder Judiciário e de dezenas de ameaças de bomba em órgãos estatais, que colocaram em alerta os órgãos de segurança e despertaram o medo entre a população.
Lugo viu cair sua popularidade após um escândalo deflagrado há algumas semanas, quando reconheceu a paternidade de uma criança de dois anos , fruto da relação com uma jovem quando ainda era bispo.
domingo, 5 de abril de 2009
China e Rússia pedem calma ao mundo sobre o caso Coreia do Norte
Conselho de Segurança da ONU faz reunião de emergência no domingo.
Governo norte-coreano lançou foguete e gerou discussões.
China e Rússia foram na contramão de Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão após o lançamento de um foguete por parte da Coreia do Norte.
Neste domingo (5), o governo norte-coreano lançou um foguete que disse que se tratar de um satélite de comunicações. Afirmou ainda que a missão obteve “êxito”. Sul-coreanos e americanos, porém, disseram que o foguete tem objetivo militar não chegou a entrar em órbita e caiu no mar.
Já integrantes do governo chinês e russo pediram calma ao mundo horas antes de começar a reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que deve começar por volta das 16h (de Brasília) desse domingo (5). O encontro foi um pedido do governo japonês.
Integrantes de uma família norte-coreana aplaudem após ouvir o anúncio oficial sobre o lançamento do foguete na TV, em Pyongyang, capital do país (Foto: AP)
“É preciso ter equilíbrio até se descobrir exatamente as ações da Coreia do Norte”, afirmou em um comunicado o Ministério do Exterior da Rússia.
Diplomatas das Nações Unidas afirmaram para a agência de notícias Reuters que os países do Conselho de Segurança não pensam em impor novas sanções, mas podem discutir uma resolução para garantir o cumprimento das medidas anteriores. Rússia e China já deixaram claro que vetariam novas sanções.
O Japão viu o foguete passar pelo seu território (nenhuma peça atingiu o país) e chegou até a colocar armas antimísseis no centro de Tóquio. Segundo Coreia do Sul e EUA, uma parte do foguete caiu no Mar do Japão e outra, no Oceano Pacífico.
Armas antimísseis são vistas em base militar em Tóquio, no Japão (Foto: AP)
Reações
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que o Conselho de Segurança deveria enviar uma mensagem enfática à Coreia do Norte por conta do que analistas acreditam que foi, de fato, o teste de um míssil desenvolvido para transportar uma ogiva a uma distância equivalente a até o Alasca.
O lançamento do foguete é o primeiro grande desafio de Obama relacionado à Coreia do Norte. Os esforços norte-coreanos para ter armas nucleares há tempos preocupam Washington. O regime comunista testou um dispositivo nuclear em 2006.
"Com esse ato de provocação, a Coreia do Norte ignorou as suas obrigações internacionais, rejeitou os pedidos por moderação e se isolou ainda mais da comunidade de nações", disse em comunicado Obama, num giro pela Europa.
Manifestantes protestam contra governo da Coreia do Norte e o lançamento de foguete, em Seul, perto da embaixada americana (Foto: Lee Jae-Won/Reuters)
A Coreia do Sul classificou o lançamento do foguete como um ato "irresponsável." Segundo o Japão, foi "extremamente lamentável." A União Européia "condenou com o ênfase" a ação. A China e a Rússia pediram calma e moderação a todos os lados.
Editoria de Arte/G1
A Coreia do Sul inicialmente afirmara que o foguete parecia levar um satélite, mas o ministro da Defesa mais tarde disse ao Parlamento que o objeto não havia conseguido entrar em órbita, segundo relatou a Kyodo, agência de notícias japonesa.
"A Coreia do Norte deve avaliar agora que a sua posição na mesa de negociações fortaleceu, pois ela tem as cartas nuclear e também a do míssil", afirmou Shunji Hiraiwa, analista com base no Japão.
Park jong-Kyu, economista em Seul, opinou que os impactos do lançamento nos mercados não serão consideráveis.
"Quando a Coreia do Norte fez testes nucleares anos atrás, os mercados de Seul caíram no dia, mas se recuperaram no dia seguinte. O tema não é mais um fator que abale mercados", declarou Park.
