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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Atriz britânica Lucy Gordon é encontrada morta em Paris

Artista, que participou de 'Homem-Aranha 3', tinha 28 anos.
Polícia francesa diz que ela aparentemente cometeu suicídio.

Foto: AP
AP
A atriz Lucy Gordon em foto do dia 30 de abril de 2007, durante a estréia de 'Homem-Aranha 3' em Nova York. (Foto: AP)

A atriz britânica Lucy Gordon, de 28 anos, foi encontrada morta em seu apartamento em Paris nesta quarta-feira (20). A polícia diz que ela aparentemente cometeu suicídio, mas as causas ainda são desconhecidas, informou sua representante.

Ela interpretou a repórter Jennifer Dugan no filme "Homem-Aranha 3" e estava trabalhando em um filme sobre o músico francês Serge Gainsbourg, no qual ela atuava como sua esposa britânica, a atriz e cantora Jane Birkin.

"Na quarta-feira, 20 de maio, a atriz Lucy Gordon pôs fim a seus dias", confirmou a agente sem fornecer mais detalhes, informou nesta quinta (21) a emissora de rádio "France Info".

O corpo da jovem atriz, que completaria 29 anos na sexta (22), foi encontrado em seu apartamento da capital francesa.

Autoridades locais ordenaram a realização de uma autópsia para esclarecer as circunstâncias de sua morte.

Lucy Gordon ficou conhecida por sua participação em filmes como "Honra e coragem - As quatro plumas (2002)", "Bonecas russas" (2005) e "Homem-aranha 3" (2007).

Acusado de fingir ser diretor de TV para assediar mulheres é preso em Brasília

Homem usava crachá falso da TV Globo e oferecia carreira de atriz.
Ele já cumpria pena em regime domiciliar por atentado violento ao pudor.

A polícia prendeu na quarta-feira (20), em Brasília, um homem acusado de aplicar golpes em 20 mulheres com um crachá falso da TV Globo com promessas de cachê de até R$ 29 mil por mês. O esquema era aplicado no centro da capital. Em depoimento ao delegado Ricardo Yamamoto, ele teria confessado os crimes após ser preso saindo de casa, no Paranoá, cidade próxima a Brasília.

O suspeito foi denunciado por uma garota que relatou ter sido aliciada e mantido relações sexuais com ele em troca do emprego. A vítima de 18 anos chegou a pedir demissão do supermercado onde trabalhava para se dedicar à carreira de atriz. Ela foi abordada perto do Hospital da Asa Norte (Hran). Ele se apresentou como diretor da TV Globo e perguntou se ela queria fazer testes para uma minissérie que seria gravada em Brasília. No segundo encontro, o homem levou a jovem para a beira do lago, onde aplicou os falsos testes.

O delegado conta que o acusado fingia ser autorizado por alguém da TV Globo a fazer os testes com as meninas. “Teste vocacional e de interpretação, e as meninas tinham que simular situações de raiva, emoção, amor, ternura e eróticas”, afirmou o delegado.

Com a agenda do suspeito, a polícia identificou mais uma vítima, uma universitária de 22 anos, que o reconheceu na delegacia. Ele usou recortes do logotipo da TV Globo para falsificar o crachá. A polícia informou que o acusado já cumpria pena em regime domiciliar por atentado violento ao pudor contra uma menina de 13 anos. Ele vai responder agora por posse sexual mediante fraude e atentado ao pudor.

A Rede Globo esclarece que o homem não tem vínculo com a empresa e lamenta que ele tenha usado de má-fé para enganar as pessoas. A Rede Globo não autoriza que funcionários abordem pessoas na rua para fazer qualquer tipo de convite. As convocações são feitas sempre por chamadas durante a programação.