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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Britânica descobre estar na menopausa aos 28 anos

Katy Hayward descobriu problema ao tentar ficar grávida.

Katy Hayward - Estima-se que apenas uma em cada mil mulheres com menos de 30 anos passe pela menopausa
Katy Hayward - Estima-se que apenas uma em cada
mil mulheres com menos de 30 anos passe pela
menopausa (Foto: Katy Hayward - arquivo pessoal
via BBC)

Uma britânica que descobriu que estava na menopausa aos 28 anos revelou à BBC sua história e afirmou que mulheres jovens que enfrentam o problema recebem pouco apoio das autoridades de saúde.

Hoje com 30 anos, Katy Hayward, moradora do condado de Lancashire (norte da Inglaterra), revelou que começou a desconfiar de que havia algo estranho quando tentou engravidar, há cerca de dois anos.

Ela então procurou um clínico geral, que disse que ela estava bem de saúde.


"Eu sabia que tinha algo errado", disse. "Eu tinha ondas de calor e menstruação irregular, e o clínico geral apenas me receitou terapia de reposição hormonal."

Mesmo assim, a britânica decidiu pressionar para ser atendida por um especialista.

Só depois dessa consulta, a britânica descobriu que, com apenas 28 anos, tinha iniciado a menopausa.

"Fiquei chocada", afirmou. "Ter um filho é um rito de passagem para uma mulher. Essa foi uma das coisas mais difíceis que enfrentei."

Óvulos
Estima-se que apenas uma em cada mil mulheres com menos de 30 anos passe pela menopausa. Aos 40, a proporção passa para uma em cada cem e, aos 45, cinco em cada cem.

Além de impedir a gravidez, a menopausa precoce aumenta a chance de as mulheres sofrerem fraturas e terem ataques cardíacos e derrames.

Depois de diagnosticada, Katy pediu a um especialista para verificar se era possível salvar seus óvulos, mas já era tarde demais.

Agora, sua única esperança de engravidar é uma doação de óvulos, mas ela pode enfrentar uma fila de até cinco anos.

A britânica adiou seus planos, mas afirma que ainda quer ter um filho.

De acordo com Katy, mulheres jovens como ela não recebem muita ajuda do sistema público de saúde britânico e nem aconselhamento sobre como lidar com o problema e seus efeitos colaterais.

Homem vai apagar mais de 2 mil tatuagens da Disney que tem no corpo

Ele também leiloou sua coleção de 5 mil objetos da Disney.
George Reiger decidiu largar hobby após perder seis mulheres.

O norte-americano George Reiger decidiu apagar as cerca de 2.200 tatuagens inspiradas em personagens da Disney que têm no corpo. Ele também leiloou sua coleção de 5 mil objetos da Disney que guardava em sua casa em Bethlehem, no estado da Pensilvânia (EUA), segundo reportagem do jornal "Philadelphia Inquirer".

George Reiger decidiu apagar as cerca de 2.200 tatuagens que têm no corpo.
George Reiger decidiu apagar as cerca de 2.200 tatuagens que têm no corpo. (Foto: Reprodução)

Dono de uma das maiores coleções de objetos da Disney, Reiger leiloou os itens na última segunda-feira. Ele levou três dias apenas para fotografar e etiquetar os itens. "Estou começando uma nova vida", disse ele, que era chamado de "homem Disney".

Reiger vai se mudar para Miami, na Flórida, com sua nova mulher. Ele destacou que decidiu mudar radicalmente porque o hobby estava atrapalhando sua vida pessoal. Reiger contou que teve seis esposas, mas perdeu todas elas porque a Disney sempre ficava em primeiro lugar. Mas agora, segundo ele, será diferente.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Bela Rainha Rania é o rosto público, liberal e global do governo da Jordânia

Palestina nascida no Kuait reforça a imagem de país alinhado ao Ocidente.
Ser rainha é um trabalho que incorpora vários papéis, diz ela.

A imagem do rei da Jordânia, Abdullah II, é que está espalhada por todos os cantos do país , aproximando a família real da população. Mas é um outro rosto, o da Rainha Rania, que encanta o mundo ao representar o país globalmente, reforçando a imagem de uma nação liberal, que respeita suas mulheres e atua alinhado com o pensamento ocidental .

“As mulheres da família real jordaniana costumam ter este papel de ser a imagem pública do governo para o resto do mundo. Rania parece ter um bom controle da esfera pública”, disse ao G1 a socióloga Frances Hasso, especializada em direitos das mulheres no Oriente Médio. Além de ter uma importante função política, Rania injeta um ar de modernidade na família real, mantendo contato com a população pelo site de compartilhamento de vídeos YouTube , por exemplo.

Foto: AFP

A Rainha Rania recebe o Papa Bento XVI em Amã, capital da Jordânia, no último



Nascida no Kuait, Rania é palestina e tem 38 anos. Sua origem ajuda o governo também a se aproximar do grande número de refugiados palestinos no país (cerca de um terço da população), que acabam se sentindo representados politicamente por ela. Rania se casou com o Rei Abdullah II em 1993, seis anos de ele assumir o trono, quando ainda não havia sido definido de que ele seria o sucessor de Hussein. Além de muito bonita e de ter esta função “publicitária”, ela de fato é inteligente e atua politicamente. Rania atua nas áreas sociais do governo, trabalhando com crianças, jovens e mulheres.

“Muitas pessoas se impressionam com o título de ‘rainha’, mas para mim trata-se de um trabalho que incorpora vários papéis”, escreve Rania em seu site oficial . “Primeiramente, meu papel é de parceira de Sua Majestade em seus esforços para melhorar o padrão de vida de todos os jordanianos. Enquanto respeitamos nossas tradições, estamos determinados a levar a Jordânia a uma sociedade civil moderna e um modelo para a região garantindo níveis sustentáveis de crescimento e desenvolvimento social. Além disso, trabalho em áreas relacionadas com a proteção de crianças e segurança familiar, dos direitos das mulheres, da criação de oportunidades para os jovens, cultura e turismo. Desafiador? Sim. Impossível? Não. Na verdade, estes desafios me energizam.”

Ajuda financeira

A importância da imagem jordaniana que Rania ajuda a divulgar vai bem mais além da política e inclui um reforço à economia do país. “A rainha põe um rosto liberal na família real. Ela ajuda o governo do reino a ser bem visto internacionalmente, o que o faz ganhar controle sobre uma série de recursos financeiros vindos de organizações espalhadas pelo mundo”, explicou a socióloga entrevistada pelo G1. Ela ajuda o governo a ter acesso à ajuda de ONGs internacionais que levam em conta a questão dos direitos das mulheres no país, disse.