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terça-feira, 19 de maio de 2009

Organização Mundial da Saúde confirma mil casos da nova gripe em 24 horas

Número de mortes sobe para 79, segundo a agência da ONU.
OMS diz que vírus deve se alastrar, mas mantém alerta pandêmico.

O número de casos registrados da nova gripe pelo mundo subiu de 8.829 a 9.830 em 24 horas, com 79 mortes, segundo o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) desta terça-feira (19).

A doença atinge 40 países, segundo a OMS.

A maioria dos novos casos foram registrados no México e nos EUA, onde surgiu a epidemia. O México tem 3.648 casos confirmados em laboratório, com 72 mortes. Os EUA têm 5.123 casos , com 4 mortes. No Canadá, há 496 casos e uma morte. A Costa Rica tem 9 casos e uma morte.

Também há casos confirmados, sem mortes, nos seguintes países: Argentina (1), Austrália (1), Áustria (1), Bélgica (5), Brasil (8), Chile (4), China (7), Colômbia (11), Cuba (3), Dinamarca (1), Equador (1), El Salvador (6), Finlândia (2), França (14), Alemanha (14), Guatemala (3), Índia (1), Irlanda (1), Israel (7), Itália (9), Japão (159), Malásia (2), Holanda (3), Nova Zelândia (9), Noruega (2), Panamá (59), Peru (2), Polônia (1), Portugal (1), Coreia do Sul (3), Espanha (103), Suécia (3), Suíça (1), Tailândia (2), Turquia (1) e Reino Unido (102).

Os números da OMS podem divergir dos dados divulgados pelos governo nacionais, dependendo da demora em transmitir as informações para a agência.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Cientistas correm para criar vacina da nova gripe o mais rápido possível

Vacinação seria estratégia mais eficaz para conter a doença.
Governo americano espera desenvolvê-la para o segundo semestre.


Foto: CDC/Reuters As principais instituições médicas do mundo trabalham o mais rápido que podem para produzir uma vacina contra o vírus H1N1, causador da nova onda de gripe que preocupa todo o planeta. A meta do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) é ter uma vacina eficaz para o segundo semestre deste ano.

O objetivo das autoridades americanas é promover a vacinação em conjunto com a que combate a gripe comum -- matando assim duas gripes com uma campanha só.

A ideia da vacina seria "ensinar" o organismo a combater o vírus, caso ele venha a ter contato com o patógeno em algum momento. É uma medida essencial para conter o avanço da doença e reduzir drasticamente as mortes causadas pelo H1N1 -- da mesma maneira que acontece com a gripe comum.

Vale lembrar que essas vacinas também terão de ser modificadas todos os anos, como acontece com as da gripe comum, para que elas mantenham a eficácia -- afinal, todos os vírus de gripe têm imensa facilidade para sofrer mutações e se modificar. Ainda assim, as vacinas serão, quando estiverem disponíveis, a melhor opção para restringir o avanço da gripe suína.

O governo brasileiro já autorizou sua fabricação em solo nacional, quando a formulação estiver pronta -- no momento, ela ainda não existe. Por ora, o que há disponível em termos de drogas para combater o vírus são substâncias antivirais que ajudam a enfraquecer a ação do patógeno no organismo, mas não têm o poder de conter futuras contaminações ou evitar a doença. São elas zanamivir e oseltamivir (nome comercial Tamiflu).

Essas drogas não estão disponíveis nas farmácias, mas o governo brasileiro tem possibilidade de fabricar rapidamente grandes quantidades, por conta de uma preparação prévia feita quando do temor por um surto de gripe aviária.

Nenhum medicamente deve ser tomado sem prescrição médica; somente um medico pode determinar o que fazer se houver suspeita de gripe suína.

domingo, 3 de maio de 2009

EUA terão vacina contra H1N1 no segundo semestre, diz autoridade

Governo está preparando vacinas para gripe antiga e a nova.
Expectativa é tê-las a tempo de fazer a vacinação conjunta.

O governo norte-americano espera ter vacinas prontas tanto para a nova gripe do vírus H1N1 quanto para a gripe sazonal, no segundo semestre deste ano, afirmou no domingo a secretária de Serviços Humanos e de Saúde dos EUA, Kathleen Sebelius.

Sebelius disse que o governo está acelerando a produção da vacina contra a gripe sazonal, que, acredita-se, deve infectar milhões de norte-americanos.

"Ao mesmo tempo, estamos estudando o vírus para atacar o H1N1 e vamos estar prontos para produzir quando a hora chegar", declarou ela à NBC. "Então, estaremos prontos para as duas gripes, no outono (primavera no Brasil)."

A Organização Mundial de Saúde (OMS) e Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) avaliam se vão juntar a gripe do H1N1 às vacinas contra gripe sazonal, cuja distribuição começa em setembro no Hemisfério Norte.

Empresas já estão fazendo a vacina para os meses do outono com uma mistura de três vírus de influenza, escolhidos neste ano, antes do surto da nova gripe.


"O que não foi ainda determinado, e vai ser determinado pelos cientistas, é se a produção de vacina para o H1N1 faz sentido, se nós realmente queremos produzir em larga escala", disse a secretária Sebelius para a Fox TV.

A fabricação da vacina contra influenza leva meses, e as vacinas têm de ser produzidas todos os anos, com novos tipos do vírus sempre em mutação.

Cerca de uma dezena de indústrias tem licença para produzir as vacinas. A OMS e CDC disponibilizam amostras do vírus para os laboratórios, que fazem os medicamentos.

"É muito cedo para produzir alguma coisa", declarou Sebelius à Fox.

"O que eles precisam fazer agora com o vírus H1N1 é testá-lo, é ter certeza de que eles têm o antídoto correto, a dosagem correta, e então decidirem cientificamente se é o caso ou não de uma produção de vacina em larga escala", disse a secretária.